Depressão
Depressão Pós-parto
Mamãe de primeira viagem
Meu querido Diário
10 maio 2017 - Variedades

Por que minha Mãe merece este presente?

 

Por que minha mãe merece ganhar esse lindo Kit Natura, framboesa e pimenta rosa?

O Dia das Mães está chegando, é uma data muito especial que representa todas as mamães desse planeta!!! Antes de ter meu pequeno os dias das mães era meio xoxo, meio triste, mas agora que sou Mãe e sei o quanto é importante comemorar!!!

Se valoriza sua mãezinha assim como eu, está meio sem grana ou não sabe o que dar de presente, Eu eu meu Diário temos um presentão que vai alegrar sua mamãe!!!

Fiz uma parceria com minha amiga Sara Takada montamos um lindo Kit Natura para presentear sua mãe.

Temos um procedimento a seguir, ok?

Para concorrer a este lindo Kit Natura, basta curtir o post tema Dias das Mães no instagram, marcar 1 a 3 amigos no comentário do post e seguir lá para o Blog Eu e Meu Diário e escrever “Por que minha Mãe merece este presente?”

O ganhador deverá retitar o Kit Natura em loja física, que fica na Rua Coronel Santos Cardoso s/n (ao lado do número 531, esquina com a Rua Basílio Batalha, nº 142), em Mogi das Cruzes – (São Paulo), ponto de referência para localizar o espaço é concessionária Honda Faberge. Maiores informações para retirar o produto Ligar para Sara (11) 98983-8008 Ou quem morar longe a gente vê o que pode ser feito, ok?!

Kit acompanha Hidratante Corporal, Desodorante Spray, loção iluminadora e sabonete, todos da linha Framboesa e pimenta rosa (cheirinho deliciosoooo)

Quem pode participar??

Todos as pessoas que querem presentear sua mamãe, avó ou você que é mamãe também pode!!! Rs*

Sorteio Dia 12 maio de 2017, será divulgado no Instagram e no Blog. 

Obs: As frases serão válidas até 12:00 (meio dia) do dia 12 de maio, para dar tempo de ler tudo e sortear ok? 

A frase que tocar meu coração, levará este lindo Kit Natura de Framboesa e pimenta rosa!! !Não fique fora, basta seguir as regras escrever no blog e esse Kit pode ser todinho Seu!!!

Ao concordar com esse regulamento, o ganhador permite que use o seu nome e a imagem para fins publicitários, em redes sociais e sites.

Boa Sorte Galera!!!

Beijinhos

Postado por:Olivia Tomita
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12 dezembro 2016 - Saúde

Depressão

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Olá pessoal, hoje tem mais um tema delicado, requer atenção e cuidados!!!

Mais um tema da Psicóloga Susan Satake.

Depressão
É um estado patológico que apresenta um humor triste e doloroso associado à diminuição da atividade psicológica e física, acompanhado de sentimentos de impotência, angústia, ansiedade, desânimo, falta de energia, prejudicando intensamente na qualidade de vida das pessoas.

E, embora a depressão venha sendo bastante discutida, o seu diagnóstico ainda é camuflado por enfatizarem as queixas somáticas (físicas) ou demorado, pois muitas vezes a busca por ajuda não vem da própria pessoa em sofrimento, seja por não saber como procurar auxílio, ou pela falta de energia que a doença acarreta, ou até mesmo vergonha. Por isso, vale lembrar: a depressão é uma doença! Não é preguiça, irresponsabilidade ou frescura da pessoa.

Compartilhar a sua dor é importante, saiba que há tratamento e não há necessidade de sofrer em silêncio.

COMO RECONHECER A DEPRESSÃO
Se estiver com 5 (ou mais) dos sintomas abaixo no período de pelo menos duas semanas:

1. Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias

Sente-se triste, vazio, sem esperança, choroso

2. Acentuada diminuição do interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades

“Não se importar mais” ou falta de prazer com qualquer atividade anteriormente considerada prazerosa, família percebe retraimento social (afastamento do convívio social) ou negligência de atividades prazerosas

3. Perda ou ganho significativo de peso sem estar fazendo dieta

4.Insônia ou hipersonia quase todos os dias

Insônia intermediária: despertar durante a noite, com dificuldade para voltar a dormir

Insônia terminal: despertar muito cedo, com incapacidade de retornar a dormir

Insônia inicial: dificuldade para adormecer

Hipersonia: sonolência excessiva

5. Agitação ou retardo psicomotor quase todos os dias

Geralmente observáveis por outras pessoas, por exemplo: incapacidade de ficar sentado quieto, ficar andando sem parar, agitar as mãos, puxar ou esfregar a pele, roupas ou outros objetos ou discurso, pensamento ou movimentos corporais lentificados; maiores pausas antes de responder; fala diminuída em termos de volume, inflexão, quantidade ou variedade de conteúdos, ou mutismo)

6. Fadiga ou perda de energia quase todos os dias

Fadiga persistente sem esforço físico. Mesmo as tarefas mais leves parecem exigir um esforço substancial. Pode haver diminuição na eficiência para realizar tarefas. O vestir pela manhã é algo exaustivo e pode levar o dobro do tempo habitual

7. Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva ou inapropriada quase todos os dias

O sentimento de desvalia ou culpa pode assumir proporções delirantes, como ter a convicção de ser pessoalmente responsável pela pobreza que há no mundo. A auto recriminação por estar doente e por não conseguir cumprir com as responsabilidades profissionais ou interpessoais

8. Capacidade diminuída para pensar ou se concentrar, ou indecisão, quase todos os dias

9. Pensamentos recorrentes de morte, ideação suicida recorrente sem um plano específico, uma tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio.

Esses pensamentos variam desde um desejo passivo de não acordar pela manhã, ou uma crença de que seria melhor para os outros se o indivíduo estivesse morto. As motivações para o suicídio podem incluir desejo de desistir diante de obstáculos percebidos como insuperáveis, intenso desejo de pôr fim a um estado emocional extremamente doloroso, incapacidade de antever algum prazer na vida ou o desejo de não ser uma carga para os outros.

TRATAMENTO
Em quadros leves costumam responder bem ao tratamento psicoterápico. Em casos mais graves e com reflexo negativo sobre a vida afetiva, familiar e profissional e em sociedade, a indicação é o uso de antidepressivos com o objetivo de tirar a pessoa da crise. Assim, a combinação de medicamentos antidepressivos e psicoterapia, realizada por psicólogos e psiquiatras são recomendadas.

A atividade física associada aos tratamentos acima pode ser um recurso importante para reverter o quadro de depressão.

*Lembre-se, a depressão é uma doença como qualquer outra, precisa de cuidados adequados, não minimize seu sofrimento, procure um profissional, não tenha medo, vergonha, peça ajuda!

Contato Profissional:

Susan Satake, Psicóloga, Graduação pela UNIFESP, especialista em saúde pela Residência Multiprofissional-UNIFESP, mestranda em Psicogerontologia na Educatie, atende na cidade de Mogi das Cruzes em consultório e Home Care, e-mail susan.satake@gmail.

Postado por:Olivia Tomita
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02 dezembro 2016 - Maternidade

Depressão Pós-parto

Falar sobre depressão pós-parto é importantíssimo! Pois, ter conhecimento é a melhor forma de prevenir e cuidar-se!

É um momento tão delicado para as mamães, um mundo novo, uma rotina nova, mudança geral na vida de um casal, sem contar com o turbilhão de hormônios aflorados no pós-parto. Importante o marido a família estar observando alguns sinais e sintomas, porque não é brincadeira, precisa ser tratado.

Tão importante esse tema, que eu convidei uma querida amiga e psicóloga Susan Satake para falar um pouco sobre a depressão pós-parto.

A depressão pós-parto também conhecida como depressão pós-natal ou depressão puerperal corresponde a um subtipo da depressão, geralmente ocorre no período de 4 semanas após o parto, apresentando as mesmas características e sintomas dos episódios depressivos, interferindo de forma significativa no dia-a-dia da família, agravados pelo fato de ocorrerem em um período sensível e vulnerável para a mãe e seu bebê.

Sinais e Sintomas

  • Perda de interesse ou de prazer nas atividades cotidianas,
  • Vazio emocional,
  • Tristeza constante,
  • Desânimo sentimentos de incapacidade
  • Medo excessivo de machucar o bebê
  • Baixa autoestima
  • Pouco interesse pelo bebê
  • Falta de apetite
  • Medo de ficar sozinha
  • Sentimento de culpa
  • Cansaço extremo
  • Vontade de chorar o tempo todo
  • Perda do Humor ou Irritabilidade
  • Perda do apetite
  • Falta da libido
  • Falta de concentração
  • Insônia

Esses sinais são frequentes em muitas mulheres, pois é normal ter dias ruins (porque nem tudo são flores), caso você esteja se identificando com alguns desses sentimentos na maioria dos dias, sente que nada melhora, pode ser um sinal de que você precisa de ajuda de um profissional.

Pode-se falar que certas situações parecem aumentar o risco de uma depressão pós-parto, como:

  • História pessoal de depressão
  • Episódio depressivo ou ansioso na gestação
  • Eventos de vida estressantes
  • Pouco suporte social e financeiro
  • Relacionamento conjugal conflituoso
  • História familiar de transtornos psiquiátricos
  • Complicações obstétricas
  • Fatores culturais
  • Gravidez não desejada

Assim como são considerados fatores de proteção que confortam as mães:

  • Otimismo
  • Boa relação conjugal
  • Suporte social e familiar adequado
  • Preparação física e psicológica para as mudanças advindas com a maternidade

A depressão pós-parto não deve ser vista com olhares julgadores, seja pela própria mãe ou pelas pessoas a sua volta! Procurem buscar ajuda profissional ao perceberem os primeiros sinais.

Vamos começar a enxergar a maternidade por inteiro! Afinal, tanto na gravidez quanto no puerpério, ocorrem alterações biológicas, causando bruscas mudanças nos níveis dos hormônios além de transformações psicológicas e sociais.

Exige uma reorganização social e adaptação a um novo papel, é preciso reestruturação da sexualidade, da imagem corporal e da identidade feminina. No entanto, muitas vezes a maternidade recebe apenas uma visão romanceada, onde espera-se que as mães sejam sempre ternas, acolhedoras, equilibrada, como se a maternagem fosse algo inato às mulheres. E podem, sim, ocorrer sentimentos ambivalentes nessa nova fase, mas a pressão cultural dessa “mãe perfeita”, a não aceitação desse sentimento podem suscitar ansiedades e culpas, criando conflitos que podem predispor a depressão pós-parto.

Sempre bom você conversar com quem entende, não tenha medo ou vergonha, procure um profissional para auxiliar neste momento delicado.

Depressão Pós- parto não é Frescura!!!

Contato Profissional:

Susan Satake, Psicóloga, Graduação pela UNIFESP, especialista em saúde pela Residência Multiprofissional-UNIFESP, mestranda em Psicogerontologia na Educatie, atende na cidade de Mogi das Cruzes em consultório e Home Care, e-mailsusan.satake@gmail.

Postado por:Olivia Tomita
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